No Dia Nacional de Combate ao Câncer, o Grupo Elora compartilha uma história que representa força, acolhimento e a importância da ciência como ferramenta de esperança. A trajetória da paciente Neivete Fausto, 49 anos, moradora de Concórdia (SC), revela como a pesquisa clínica pode abrir caminhos mesmo em situações de grande desafio.
Diagnosticada com mieloma múltiplo, Neivete passou por um transplante em Curitiba, mas a doença retornou seis meses depois. Em meio ao medo e às incertezas, ela buscou informações, avaliou possibilidades e, mesmo sem conhecer muito sobre pesquisa clínica, decidiu seguir adiante — movida pela vontade de viver com qualidade e pelo amor à filha de 10 anos.
Desde março de 2023, ela realiza tratamento no Grupo Elora e participa do Estudo Monumental 3, um protocolo internacional que investiga novas abordagens terapêuticas para o mieloma múltiplo. A cada 21 dias, ela percorre longos quilômetros até Florianópolis, enfrentando a distância com determinação.
“Chegamos muitas vezes assustados, sem saber o que esperar. Mas aqui a gente encontra cuidado, acolhimento, palavras que acalmam o coração”, contou. Grata pela equipe de enfermagem e pelos médicos que a acompanham, ela define o Elora como “um lugar onde nos sentimos em casa”.
Neivete também foi a primeira paciente do Grupo Elora a utilizar a pulseira de identificação do Núcleo de Segurança do Paciente, uma iniciativa que reforça a qualidade assistencial e a proteção em todas as etapas do cuidado.
Sua história representa centenas de pacientes que, assim como ela, encontram na pesquisa clínica não apenas um tratamento, mas uma oportunidade real de acesso a terapias inovadoras.
A pesquisa clínica ainda é pouco conhecida e, muitas vezes, cercada de receios. Mas histórias como a de Neivete mostram que ela é parte essencial do avanço da medicina e pode transformar vidas — hoje e no futuro.
Neste Dia Nacional de Combate ao Câncer, o Grupo Elora reforça seu compromisso com o acolhimento, a segurança e a inovação. E celebra cada paciente que escolhe caminhar ao lado da ciência, permitindo que o cuidado avance e alcance novas pessoas.


